Guia Definitivo para Compra Online de Beats

É fato que a compra de beats online não é nada novo, pois os produtores musicais e os artistas já vêm trabalhando com esse formato há muitos anos. O que antes começou com algumas centenas de produtores vendendo seus instrumentais em sites como Soundclick e MySpace agora evoluiu para uma enorme indústria de venda de beats liderada por plataformas como BeatStars, Airbit e Soundee.

É verdade que a produção musical nunca foi um fácil comércio. Porém, os recursos de hoje possibilitam que qualquer pessoa lance seu próprio site para vender beats. Ainda assim, são poucos os produtores que tratam o seu negócio com clareza, ética e profissionalismo.


Pensando nisso, desenvolvi este guia e explicarei os principais conceitos para compra e venda de beats online: tudo sobre licenças de beats, quais as principais formas de comprar um beat, quais as melhores opções de licenças e muito mais… As informações fornecidas neste guia se aplicam tanto a artistas que estão comprando licenças de beat quanto a produtores que vendem licenças de beat.

Parte 1: Licenciamento de Beats


O conceito de licenciamento de beats é simples de entender. Um produtor cria um beat e o envia primeiramente para sua loja de beats. Após isso, qualquer artista pode comprar esses beats diretamente da loja e usá-los para criar suas próprias músicas.


Em troca de sua compra, o produtor fornecerá ao artista um contrato de licença. Cada licença é um documento que concede ao artista determinados direitos de usuário para criar e distribuir uma música. Este contrato de licença que o artista receberá é uma prova legal de que o produtor lhes deu permissão para usar o beat.




Antes de prosseguirmos, para um melhor entendimento, temos que deixar de lado as frases comuns como “comprar beats” ou “vender beats”. O produto com o qual estamos lidando aqui simplesmente não é o beat e si. É, na realidade, o contrato de licença. Que possui 2 tipos: não exclusivo e exclusivo.


Licenciamento Não Exclusivo


O licenciamento não exclusivo, também conhecido como “aluguel”, é a forma mais comum de licenciamento de beats. Por algo entre R$ 50 e R$ 200, você pode comprar um contrato de licença não exclusivo e usar o beat para criar um videoclipe para o YouTube, lançar uma música em plataformas como iTunes, Spotify e Deezer e ganhar muito dinheiro com isso!


Esses também são os tipos de licenças que estão disponíveis diretamente na loja de beats do produtor. Em outras palavras, você não precisa esperar ou procurar entrar em contato com o produtor. Ao invés disso, pode comprar instantaneamente uma licença na loja online. Muito mais fácil, né?


Geralmente, assim que você clica para comprar um contrato de licença, é gerado automaticamente um documento incluindo o nome do comprador, um carimbo de data/hora (data de efetivação), os direitos do usuário e as informações do produtor.


Com uma licença não exclusiva, o produtor concede ao artista permissão para usar o instrumental para criar uma música própria e distribuí-la online. Por ser o criador, o produtor ainda manterá a propriedade dos direitos autorais sobre o beat (mais sobre isso posteriormente) e o artista deve aderir aos direitos concedidos no contrato.


Limitações dos licenciamentos não exclusivos

A maioria das licenças não exclusivas possui uma limitação de vendas, reproduções, transmissões ou visualizações. Por exemplo, a licença pode permitir apenas um número máximo de 50.000 streams (ou seja, 50.000 reproduções em plataformas de áudio como o Spotify, Deezer, etc) e 50.000 visualizações em um vídeo no YouTube.


Uma licença não exclusiva também tem uma data de expiração. O que significa que só será válido por um determinado tempo. Isso pode ser em qualquer período entre 1-10 anos. Após o vencimento desse tempo de contrato, o comprador deve renovar a licença. Em outras palavras, comprar uma nova.


A licença também precisará ser renovada assim que o comprador atingir a quantidade máxima de reproduções ou visualizações. Mesmo que seja antes da data de vencimento do contrato. (!)


Como essas licenças não são exclusivas, um único beat pode ser licenciado para um número ilimitado de artistas diferentes. Isso significa que vários artistas podem estar usando o mesmo beat para uma música diferente sob termos de licença semelhantes.


Se isso é um problema? Bom, depende inteiramente da fase em que o artista se encontra. Um artista iniciante ficaria melhor com uma licença não exclusiva. Já um artista assinado com uma gravadora, um artista que está prestes a explodir ou um artista que está alcançando grandes números, pode ficar melhor com uma licença exclusiva.



Diferentes tipos de licenciamentos não exclusivos


A maioria dos produtores oferece diferentes opções de licenciamento não exclusivo. No meu caso, ofereço as licenças Básica, Padrão, Premium e Ilimitada.


Cada opção vem com seus próprios direitos de usuário exclusivos. Esses direitos de usuário são geralmente exibidos em tabelas de licenciamento, semelhantes às minhas abaixo:


Obviamente, quanto mais cara a licença, mais direitos de usuário você terá. Essas licenças mais caras também vêm com arquivos de áudio de melhor qualidade.


No meu caso, o segundo nível mais alto, a licença Padrão, é a mais popular. Isso porque você obtém a melhor qualidade de áudio e excelentes direitos de usuário juntos a um preço muito acessível, especialmente se você é iniciante e não possui grandes números.


Artistas que acreditam que esses direitos ainda não são suficientes para sua música geralmente optam pelo nível mais alto, ou seja, a licença Ilimitada. Ou melhor, uma licença Exclusiva.

Licenciamento Exclusivo


Quando você possui os direitos exclusivos de um beat, não há limitações nos direitos do usuário. O que significa que um artista pode explorar a música ao máximo.


Não há um número máximo de streams, reproduções, vendas ou downloads nem uma data de expiração no contrato.


A música também pode ser usada em vários projetos diferentes como singles, álbuns, videoclipes, etc. Em comparação com licenças não exclusivas, que são geralmente limitadas para uso em um único projeto.


Quando um artista compra uma licença exclusiva para o beat, ele é a última pessoa a adquirir a licença para o beat, pois, depois que um beat é vendido exclusivamente, o produtor não pode mais vender ou licenciar a batida para outros.


[IMPORTANTE] Isso não significa que os licenciados não exclusivos anteriores serão afetados por isso. Todo contrato exclusivo deve ter uma seção com um “aviso de clientes pendentes” incluído. Esta seção protege esses licenciados anteriores contra um strike do comprador exclusivo.


Ou seja, mesmo que você adquira uma licença não exclusiva, não há chance de precisar retirar sua música do ar se alguém comprar uma licença exclusiva para o beat depois.


Estas são as principais diferenças entre licenças não exclusivas e licenças exclusivas. Mas, vai além disso e muitas vezes há confusão em torno dos tópicos de direitos e royalties.


Mais abaixo, neste guia, aprofundaremos sobre Royalties, Publicação e Direitos Autorais.


É importante citar que mesmo no licenciamento exclusivo, os produtores continuam possuindo direitos autorais perante a composição gerada. A principal diferença desse tipo de licença para as outras é que aqui, além de não ter limitações para utilizar o beat, ninguém mais poderá comprar direito de acesso ao instrumental depois do artista o adquirir.

Parte 2: Período de licença 🕗

O campo de período de uma licença serve para determinar o tempo de validade do determinado contrato. Isto é, até quando ele vale desde a sua data de vigência.


Dessa forma, quando o tempo de contrato for atingido, o artista deverá renovar a sua licença comprando uma nova (do mesmo tipo, ou não), ocultar a música nas plataformas ou excluí-la.


Para propor um melhor entendimento, irei apresentar a seguinte situação:


O artista Otávio adquiriu uma licença básica, a qual possui o prazo de validade de 4 anos. Ele adquiriu a licença em março de 2022. Em março de 2026, 4 anos depois, a música que Otávio fez com o beat ainda não atingiu os limites de reprodução e nem alcançou o limite de visualizações de vídeo. Porém, continuou nas plataformas. Agora ele possui 3 opções: ocultar a música, renovar a licença (comprando uma nova) ou excluir a música.

Parte 3: Publicação de música


Entender como funciona o processo de publicação da sua música é ponto crucial para que você entenda toda a logística do seu negócio. Portanto, é de suma importância entender como a licença do beat afeta na publicação de sua música.


Formas de distribuição, limites e venda de cópias


No caso da distribuição, no meu caso, em todas as licenças é permitido a venda da música em formato físico (CD's, DVD's, discos de vinil, etc) e digital (Youtube, Spotify, Deezer, Apple Music, etc) e cada licença possui seu limite de venda de cópias.


Além do limite de vendas, as licenças têm um limite de reproduções, ou, streams. A licença básica, no caso, permite que você possua até o máximo de 50.000 reproduções nas plataformas de áudio (Spotify, Deezer, TIDAL, Apple Music, etc) e 1 videoclipe com o máximo de 50.000 visualizações. No caso da licença Padrão e Premium esses números são ainda maiores.


Ainda há os direitos de performance, que determinam se a música pode ser tocada em shows e festivais e os direitos de transmissão em rádio, que determinam se a música pode ser tocada em estações de rádio ou não.


Caso algum desses limites sejam atingidos, o artista deverá renovar a sua licença comprando uma nova (do mesmo tipo, ou não), ocultar a música nas plataformas ou excluí-la.

Parte 4: Direitos de Royalties


Essa é a parte que a maioria das pessoas tem mais dificuldade para entender. Porém, não se desespere, ao final deste guia garanto que você saberá tudo o que precisa saber.


Vamos detalhar as coisas passo a passo e em relação ao licenciamento de batidas online.


O que são Royalties? 💸💸💸💸💸


São chamados de royalties musicais os pagamentos que devem ser recebidos pelos titulares dos direitos de uma obra musical quando ela é utilizada (reproduzida).


Antes de passarmos para a próxima seção, precisamos primeiro entender melhor dois tipos de royalties musicais. Ou seja, dois tipos de pagamentos que devem receber os titulares das músicas:


  • Royalties mecânicos
  • Royalties de execução

Royalties mecânicos


Os royalties mecânicos são os lucros gerados quando a música é reproduzida/distribuída fisicamente, ou digitalmente. Isso se aplica a vendas de cópias impressas (CD, DVD, discos de vinil, etc), vendas digitais (por exemplo, iTunes) e fluxos de reprodução (por exemplo, Spotify, Deezer, Tidal). Nesse caso, os proprietários da obra recebem pela reprodução e distribuição da música, feitas pelas distribuidoras competentes.




Royalties de execução

Os royalties de execução são gerados quando uma música é apresentada publicamente. Isso se aplica quando a música é tocada no rádio, ao vivo ou transmitida, por exemplo.


Quem recebe os royalties mecânicos?
Geralmente, o artista pode ficar com 100% dos royalties mecânicos em troca do preço que paga pela licença. Independentemente de a licença ser não exclusiva ou exclusiva. Porém, em algumas licenças os produtores podem cobrar uma participação nos royalties da música.


Atualmente, serviços de distribuição de música como OneRPM, CDBaby ou DistroKid pagam esses royalties mecânicos diretamente ao artista e ao produtor. Isso se o artista trabalha de forma independente. Quando um artista é contratado por uma gravadora, a gravadora geralmente coleta os royalties mecânicos e pode optar por pagar (uma porcentagem) ao artista.

Adiantamento de Royalties Mecânicos em Contratos Exclusivos
Eu disse intencionalmente que “geralmente” o artista fica com 100% dos direitos mecânicos porque isso nem sempre se aplica. Há uma exceção a isso, que se aplica apenas a direitos exclusivos e licenças de reprodução ilimitadas.


Alguns produtores (inclusive eu) pedem uma pequena porcentagem dos royalties mecânicos em algumas licenças de reproduções ilimitadas ou licenças exclusivas. Isso pode estar em qualquer quantidade entre 1-20%.


Isso também é conhecido como 'pontos' ou 'royalties do produtor'.


Nesse cenário, o preço que um artista paga pela licença exclusiva é considerado um “adiantamento contra royalties mecânicos”, ou seja, a música do artista pode gerar muito mais dinheiro do que o valor que o artista pagou pela licença, sendo que ele vai receber o valor integral gerado pela música. Para melhor entendimento, irei propor a seguinte situação:


Digamos que um produtor venda os direitos exclusivos de um beat por R$ 1.000,00 como adiantamento contra royalties. Sua taxa de royalties mecânicos é de 3%.


O artista pagou:
R$ 1.000,00 para direitos exclusivos
R$ 500,00 por tempo de estúdio
R$ 500,00 para obter a música mixada e masterizada
Despesas totais = R$ 2.000,00

Após 1 ano, a música gerou R$ 10.000,00 em royalties mecânicos!

O lucro líquido: R$ 10.000,00 - R$ 2.000,00 despesas = R$ 8.000,00

O Corte do Produtor: 3% de R$ 8.000,00 = R$ 240,00


Como artista independente, R$ 8.000,00 é muito dinheiro para gerar em Royalties Mecânicos. Ainda assim, apenas R$ 240,00 devem ser pagos ao produtor.


E se a música explodir?!


E se uma música começar a gerar mais de R$ 50.000,00 e o artista só tiver comprado os direitos exclusivos de um beat por R$ 1.000,00?


De fato, não é nada justo já que os 2 trabalharam na mesma música.


Um adiantamento contra royalties pode oferecer a solução. É um seguro para o produtor caso a música ''exploda''. Também é algo que o artista só precisa se preocupar assim que a música começar a gerar receita séria.

E os Royalties de execução, quem os recebe?

Os royalties de execução são coletados e pagos por Organizações de Direitos de Execução Pública, conhecidas também por "PROs", como ASCAP ou BMI nos EUA ou UBC e ABRAMUS no Brasil, por exemplo.

Esses royalties de execução são divididos em duas partes:

Royalties do Compositor (também conhecido como compartilhamento do escritor) e Direitos de Publicação


Os PROs coletam esses dois royalties e os dividem em dois grupos.


Para cada R$ 1 ganho em Royalties por execução:


R$ 0,50 vai para royalties do compositor
R$ 0,50 vai para royalties de publicação.
Os royalties do compositor de R$ 0,50 serão pagos aos compositores diretamente pelo PRO.


Os outros R$0,50 de royalties de publicação serão pagos a uma editora ou administrador de publicação. (mais sobre isso depois).


O que são royalties de compositores?
Primeiro, vamos detalhar os royalties do compositor.


Os royalties do compositor, também conhecidos como 'parte do escritor', sempre serão distribuídos aos compositores creditados.


Caso você esteja se confundindo; na lei de direitos autorais, um produtor também é considerado um 'compositor'.


Os royalties de compositores se aplicam a qualquer pessoa que tenha participação criativa em uma música. Produtores, compositores (letristas) e às vezes até engenheiros de áudio.


Geralmente, as licenças de beat não exclusivas são vendidas com 50% de participação de editores e escritores. Isso geralmente não é negociável, pois a parte da música é a contribuição dos produtores para sua música e é considerada metade da música. As letras são consideradas a outra metade.


Não importa se houver vários compositores que contribuíram para as letras. Nesse caso, esses 50% devem ser divididos entre eles. A mesma regra se aplica se houver mais de 1 produtor no mesmo beat


Como parte de um acordo de direitos exclusivos, uma divisão diferente entre todos os criadores pode ser negociada. Tudo depende do preço e flexibilidade do produtor.


O que são royalties de publicação?


Ao contrário dos royalties do compositor, a publicação pode ser atribuída a entidades externas chamadas empresas editoras. A maioria dos artistas e produtores independentes provavelmente não terá um contrato de publicação, o que significa que eles mesmos terão que coletar os royalties da publicação com as Organizações de Direitos de Execução Pública em que se afiliarem.

Parte 5: A Situação dos Direitos Autorais… Quem é o dono do quê?
Este é um tópico complicado e vai muito além do que posso explicar aqui. Se você realmente quiser saber os detalhes sobre direitos autorais, sugiro que você se aprofunde na Lei de Direitos Autorais usando nosso bom amigo Google ou consultando um advogado de verdade.


Mais uma vez, daqui para frente, explicarei sobre direitos autorais apenas em relação ao licenciamento de beats online. Irei destrinchar uma música para seus criadores e detentores de direitos autorais, espero deixar claro para você quem é o dono do quê.


Direitos Autorais de Artes Cênicas
Digamos que você seja um artista e foi pesquisar beats no YouTube. Você encontrou um que você gosta e vai até o site do produtor. Você compra uma licença para aquele beat, escreve letras, cria uma música e a distribui através da ONErpm, TuneCore ou DistroKid.


Essa música contém dois elementos protegidos por direitos autorais: o instrumental e a letra


O produtor possui os direitos autorais do instrumental e você possui os direitos autorais das letras.


Independentemente de você ter comprado uma licença exclusiva ou não exclusiva, o produtor sempre possuirá os direitos autorais da música e o artista sempre terá os direitos autorais da letra (a menos que seja escrita por outra pessoa que não seja o artista).


Isso é o que chamamos de direitos autorais de artes cênicas.


A propósito, arte cênica é toda forma de arte apresentada em um palco ou lugar destinado a espectadores. Sendo assim, a música é uma arte cênica. E quando nos referimos aqui a “Direitos Autorais de Artes Cênicas”, estamos falando sobre os direitos da música, em sua totalidade.


Saiba disso: muitos acreditam que você precisa registrar a música ou a letra em alguma organização de direitos autorais ou algo do tipo. Entretanto, no instante em que você escreve algo no papel, faz uma batida em sua DAW ou salva uma música demo em seu disco rígido, sua obra já possui direitos autorais!


Claro, há benefícios em se registrar corretamente em uma organização de direitos autorais. Porém, não fazê-lo não significa que você perderá a propriedade sobre sua criação.




Parte 6: Entendi! Mas, entre as Licenças Exclusiva ou Não Exclusiva, qual a melhor para mim?
Até agora, mostrei as principais diferenças entre licenças não exclusivas e exclusivas e os principais termos para você saber na hora de publicar sua música. Mas, se você é um artista, ainda pode se perguntar: qual licença devo escolher?


Além da diferença de preço — em todos os sentidos — uma licença exclusiva é a melhor opção. Sem dúvida!


No entanto, isso não é uma necessidade para todos. Na verdade, a maioria dos artistas fica melhor com uma licença não exclusiva.


Vamos ter uma visão honesta da sua situação atual…


Quantos seguidores e fãs você tem?
Quantas músicas você lançou até hoje?
Qual é o número de reproduções/streams que você recebe em média? (todas as plataformas juntas)
Qual é o seu orçamento?
Você está recebendo apoio financeiro de uma gravadora ou editora?
Pergunte a si mesmo: qual seria a melhor opção para o artista que eu sou hoje?


Se você é um artista iniciando no mundo da música que está trabalhando em singles, uma mixtape ou primeiro álbum para divulgar seu nome, por que você gastaria tanto dinheiro em direitos exclusivos ou ilimitados se você nem tem certeza se o projeto vai explodir? O investimento mais sábio é obter uma das licenças não exclusivas que caibam melhor no seu orçamento. De preferência, a Licença Padrão. Adquirir uma Licença Padrão te garante o beat na maior qualidade possível, outro beat à sua escolha de forma gratuita, 5 anos de duração de licença (o que é muito), 500.000 streams nas plataformas de áudio e 500.000 visualizações em um vídeo no Youtube (o que são números grandes de serem alcançados, principalmente se você for um artista ainda iniciante ou em ascenção). Com a licença Padrão você terá o seu trabalho em alta qualidade e dificilmente correrá o risco de precisar renovar a licença. Tudo isso por um preço extremamente acessível!


Porém, se você é um artista com reproduções que possuem em média 10.000 a 50.000 visualizações, recomendo as Licenças Premium ou a Ilimitada, que trarão mais conforto e mais possibilidades para seu negócio.


Esse tipo de análise deve ser sempre feito, pois permite que você gaste menos, compre mais beats (licenças), lance mais músicas e construa gradualmente sua base de fãs até estar pronto para dar passos mais largos.

Agora que você já sabe como proceder em relação à compra de beats, consulte meu catálogo e sinta-se à vontade para escolher o instrumental certo para você! Sinta-se livre para me fazer alguma pergunta. Meu e-mail é attveron@gmail.com, entre em contato que farei o possível para responder!

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